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O INFERNO EM

SUAS MÃOS

Em uma edição especial, o texto de 1997, conciso, técnico e implícito acompanha a nova obra que traz todos os detalhes, sem cortes, num relato visceral, minucioso e cruel.  

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O Livro

Um homem salva a vida de uma mulher anônima em uma Noite de São João e com isso desperta forças muito além de sua compreensão. Um ser que parece um anjo surge e o convida a uma missão: ir ao Inferno e escrever um livro. Esses são os fatos que deram origem ao “Livro dos Demônios” de 1997 e também a razão para a nova versão, integral e sem cortes, finalmente revelada pelo autor. Vinte anos depois a obra consta de duas versões publicadas juntas: uma concisa, técnica, implícita, de 1997, e a de 2019, detalhada e visceral, minuciosa e cruel. O resultado não se parece com nada que você já tenha visto. Os demônios de que trata e que contém não são metáforas, símbolos ou meras fantasias e tampouco repete o que todos já sabem sobre o tema.

Não é um romance e muito menos ficção. Embora mostre a vida de um homem contada por ele mesmo, não é uma autobiografia. Tampouco é um tratado de Demonologia ou um grimório. Como tudo o que nunca foi visto, ninguém sabe ao certo o que vem a ser. Fique à vontade para percorrer os caminhos escuros onde o Amor não habita.

 

Seja bem-vindo ao Livro dos Demônios: o Inferno está em suas mãos.

O Autor

​O protagonista e narrador do Livro dos Demônios, Antonio Augusto Fagundes Filho, escapa às definições e prefere manter essas lacunas vazias. Basta informar que é brasileiro, graduado em Direito, jornalista, poeta e folclorista, autor do “Guia da Cultura Proibida” e “Das Profundezas da Noite”.

Sua relação direta com a Magia data de 1975 e aprofunda-se desde então, de forma sempre individual e solitária. Para conhecê-lo e (talvez) compreendê-lo é preciso ler o Livro dos Demônios e lembrar que seu lema é: “Sem respostas prontas, sem perguntas proibidas”.

 

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Edição Limitada Autografada

 
Trechos
 

Gradualmente minha realidade passou a ser invadida por essa percepção constante das trevas em todas as coisas e relações. Tudo parecia morto, falso, doente, artificial. Nada valia a pena e eu via a morte estendendo suas mãos ossudas sobre tudo e sobre todos. Nos meses que se seguiriam minha saúde iria pagar o preço dessa pressão constante: muitas vezes enquanto datilografava durante o dia tinha que parar para vomitar, nauseado. No final do processo apresentava uma úlcera do duodeno e não era incomum para mim vomitar sangue. Apenas depois que emergi...

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